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segunda-feira, 24 de junho de 2013

VISITA DO BIBLIOTECÁRIO



No dia 18 de junho esteve na Biblioteca Municipal Érico Veríssimo o Bibliotecário Israel Prates Júnior, vindo de Cuiabá, este auxiliará na organização e catalogação do acervo, tudo para um melhor atendimento ao público.

domingo, 23 de junho de 2013

Biblioteca Municipal Érico Veríssimo

A Biblioteca Municipal Érico Veríssimo foi fundada no dia 13 de março de 1984. O novo prédio da Biblioteca foi inaugurado no dia 12 de dezembro de 2012 e esta localizada na Praça da Cultura no Centro da Cidade.

A Biblioteca é um meio de integrar todas as pessoas e oferecer ensino, leitura e conhecimento. Os livros são importantes tanto para a formação cultural como a formação de uma pessoa como cidadã, e é na biblioteca, em meio a todos os livros que um mundo diferente é descoberto pelas crianças, adolescentes e adultos.

Não se esqueça de devolver os livros à Biblioteca assim que os terminar de ler, assim mais pessoas poderão ter acesso ao mesmo livro que lhe foi útil.

Venham nos visitar, ou ligue 3468 1909!!!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Contação de histórias

Toda segunda feira na Biblioteca Municipal Érico Veríssimo, na parte da manhã das 8h às 9h e na parte da tarde 14h às 15h, temos contação de historias infantis com a Letícia Roberta. Nós da Biblioteca Municipal, convidamos você criança de até 11 anos para prestigiar e ouvir historinhas infantis.
Contamos com a presença de vocês aqui na Biblioteca!!!!!!
Contar histórias contribui para a formação do “hábito” de ler.

Venha participar!!!!





quarta-feira, 12 de junho de 2013

Curso de Contação de história


Foto do curso de contação de história
No dia 02 de maio de 2013, na Biblioteca Municipal Érico Veríssimo, realizou-se o curso de contação de história ministrado pela Professora Alice de Oliveira, ela que é de Cuiabá e tem uma longa carreira artística cultural. Participaram professores das escolas do município de Água Boa, que puderam ver o quanto é importante para o desenvolvimento da criança a contação de histórias.  Toda história por mais simples que pareça transmite algo a mais no desenvolvimento da criança, de uma forma criativa incentiva e desperta o interesse pela leitura de uma forma agradável.

Curso de teatro

Foto Curso de Teatro
No dia 27 de abril de 2013 e 11 de maio de 2013, fora realizado na Biblioteca Municipal Érico Veríssimo um curso de teatro com o Professor Gilberto Freitas de Nova Xavantina, onde participaram os professores das escolas do município de Água Boa. Neste curso os participantes aprenderam como desenvolver o teatro na escola e os benefícios no desenvolvimento dos alunos. O contato com a linguagem teatral ajuda crianças e adolescentes a perder continuamente a timidez, desenvolver e priorizar a noção do trabalho em grupo sair-se bem em situações onde é exigido o improviso e desperta o interesse por textos e autores variados.




sexta-feira, 1 de março de 2013

Estamos de casa nova

A Biblioteca Municipal Érico Veríssimo de Àgua Boa-MT está de prédio novo e ambiente totalmente remodelado.... Agora o que já era bom ficou melhor. Venha nos visitar.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Carlos Drummond de Andrade
Nascimento 31 de outubro de 1902
Itabira, Minas Gerais
Morte 17 de agosto de 1987 (84 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Nacionalidade Brasil brasileira
Ocupação poeta, contista
Escola/tradição Modernismo

Carlos Drummond de Andrade (Itabira, 31 de outubro de 1902 — Rio de Janeiro, 17 de agosto de 1987) foi um poeta, contista e cronista brasileiro.
Índice


1 Biografia
2 Drummond e o modernismo brasileiro
3 A poesia de Drummond
4 Obra literária
4.1 Poesia
4.2 Antologia poética
4.3 Infantis
4.4 Prosa
5 Representações na cultura
6 Referências
7 Ligações externas

Biografia

Nasceu em Minas Gerais, em uma cidade cuja memória viria a permear parte de sua obra, Itabira. Posteriormente, foi estudar em Belo Horizonte e Nova Friburgo com os Jesuítas no Colégio Anchieta. Formado em farmácia, com Emílio Moura e outros companheiros, fundou "A Revista", para divulgar o modernismo no Brasil. No mesmo ano em que publica a primeira obra poética, "Alguma poesia" (1930), o seu poema Sentimental é declamado na conferência "Poesia Moderníssima do Brasil", feita no curso de férias da Faculdade de Letras de Coimbra, pelo professor da Cadeira de Estudos Brasileiros, Dr. Manoel de Souza Pinto, no contexto da política de difusão da literatura brasileira nas Universidades Portuguesas. Durante a maior parte da vida, Drummond foi funcionário público, embora tenha começado a escrever cedo e prosseguindo até seu falecimento, que se deu em 1987 no Rio de Janeiro, doze dias após a morte de sua única filha, a escritora Maria Julieta Drummond de Andrade.[1] Além de poesia, produziu livros infantis, contos e crônicas.
Drummond e o modernismo brasileiro

Drummond, como os modernistas,segue a libertação proposta por Mário e Oswald de Andrade; com a instituição do verso livre, mostrando que este não depende de um metro fixo.Se dividirmos o modernismo numa corrente mais lírica e subjetiva e outra mais objetiva e concreta, Drummond faria parte da segunda, ao lado do próprio Oswald de Andrade.
A poesia de Drummond
Estátuas Dois poetas, na cidade de Porto Alegre. Em pé, Carlos Drummond de Andrade. Sentado, Mário Quintana. Drummond tinha um livro de bronze nas mãos, que foi roubado. As pessoas agora colocam sempre um livro nas mãos do poeta. Na foto, o livro que está com ele é "Diário de um Ladrão", do Jean Genet.

Quando se diz que Drummond foi o primeiro grande poeta a se afirmar depois das estreias modernistas, não se está querendo dizer que Drummond seja um modernista. De fato herda a liberdade linguística, o verso livre, o metro livre, as temáticas cotidianas. Mas vai além. "A obra de Drummond alcança — como Fernando Pessoa ou Jorge de Lima, Herberto Helder ou Murilo Mendes — um coeficiente de solidão, que o desprende do próprio solo da História, levando o leitor a uma atitude livre de referências, ou de marcas ideológicas, ou prospectivas", afirma Alfredo Bosi (1994).

Affonso Romano de Sant'ana costuma estabelecer que a poesia de Carlos Drummond a partir da dialética "eu x mundo", desdobrando-se em três atitudes:

Eu maior que o mundo — marcada pela poesia irônica
Eu menor que o mundo — marcada pela poesia social
Eu igual ao mundo — abrange a poesia metafísica

Sobre a poesia política, algo incipiente até então, deve-se notar o contexto em que Drummond escreve. A civilização que se forma a partir da Guerra Fria está fortemente amarrada ao neocapitalismo, à tecnocracia, às ditaduras de toda sorte, e ressoou dura e secamente no eu artístico do último Drummond, que volta, com frequência, à aridez desenganada dos primeiros versos: A poesia é incomunicável / Fique quieto no seu canto. / Não ame. Muito a propósito da sua posição política, Drummond diz, curiosamente, na página 82 da sua obra "O Obervador no Escritório", Rio de Janeiro, Editora Record, 1985, que "Mietta Santiago, a escritora, expõe-me sua posição filosófica: Do pescoço para baixo sou marxista, porém do pescoço para cima sou espiritualista e creio em Deus."

No final da década de 1980, o erotismo ganha espaço na sua poesia até seu último livro.
Obra literária
Poesia
Foto do Memorial Carlos Drummond de Andrade, em Itabira - MG.

Alguma Poesia (1930)
Brejo das Almas (1934)
Sentimento do Mundo (1940)
José (1942)
A Rosa do Povo (1945)
Claro Enigma (1951)
Fazendeiro do ar (1954)
Quadrilha (1954)
Viola de Bolso (1955)
Lição de Coisas (1964)
Boitempo (1968)
A falta que ama (1968)
Nudez (1968)
As Impurezas do Branco (1973)
Menino Antigo (Boitempo II) (1973)
A Visita (1977)
Discurso de Primavera e Algumas Sombras (1977)
O marginal Clorindo Gato (1978)
Esquecer para Lembrar (Boitempo III) (1979)
A Paixão Medida (1980)
Caso do Vestido (1983)
Corpo (1984)
Eu, etiqueta (1984)
Amar se aprende amando (1985)
Poesia Errante (1988)
O Amor Natural (1992)
Farewell (1996)
Os ombros suportam o mundo(1935)
Futebol a arte (1970)

Antologia poética

A última pedra no meu caminho (1950)
50 poemas escolhidos pelo autor (1956)
Antologia Poética (1962)
Antologia Poética (1965)
Seleta em Prosa e Verso (1971)
Amor, Amores (1975)
Carmina drummondiana (1982)
Boitempo I e Boitempo II (1987)
Minha morte (1987)

Infantis

O Elefante (1983)
História de dois amores (1985)
O pintinho (1988)

Prosa

Confissões de Minas (1944)
Contos de Aprendiz (1951)
Passeios na Ilha (1952)
Fala, amendoeira (1957)
A bolsa & a vida (1962)
Cadeira de balanço (1966)
Caminhos de João Brandão (1970)
O poder ultrajovem e mais 79 textos em prosa e verso (1972)
De notícias & não-notícias faz-se a crônica (1974)
Os dias lindos (1977)
70 historinhas (1978)
Contos plausíveis (1981)
Boca de luar (1984)
O observador no escritório (1985)
Tempo vida poesia (1986)
Moça deitada na grama (1987)
O avesso das coisas (1988)
Auto-retrato e outras crônicas (1989)
As histórias das muralhas (1989)

Representações na cultura

Drummond já foi retratado como personagem no cinema e na televisão, interpretado por Carlos Gregório e Pedro Lito no filme Poeta de Sete Faces (2002) e Ivan Fernandes na minissérie JK (2006).

Também teve sua efígie impressa nas notas de NCz$ 50,00 (cinquenta cruzados novos) em circulação no Brasil entre 1988 e 1990.

Atualmente, também, há representações em Esculturas do Escritor, como é o caso das estátuas 'Dois poetas', na cidade de Porto Alegre, e também 'O Pensador, na praia de Copacabana no Rio de Janeiro, além de um memorial em sua homenagem da cidade de Itabira.
Referências