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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Visita Escolar.

Hoje  a Biblioteca Pública Municipal Érico Veríssimo, recebeu a visita dos alunos  dos Pré I Escola EMEI- Cantinho da Alegria e  dos educandos do 1º Ano  e 2º Ano da Escola de Educação Básica  Rui Babosa-Cooperensino, acompanhados pelas  educadoras Sueli Cunha Vilela, Ana Paula Moura Parpinelli, Cleidiane P. Cevada, Glaucia Torres e Cristiele de Almeida Melo, Os alunos ouviram diversas historias narradas pela professora Elena Zittlau, após as contações os mesmos aproveitaram para ler, montaram quebra cabeça, jogaram xadrez, dialogaram, enfim tiveram vários momentos lúdicos no espaço da Biblioteca Pública Municipal Érico Veríssimo.













A equipe da  biblioteca agradece a presença de todos, e informa  que a biblioteca esta de portas abertas para atendê-los de segunda-feira a sexta-feira, das 7h30min às 11h30min e 13h30min às 17h30min. Localizada na Praça da Cultura no centro de Água Boa.

Para outras informações ligue 3468-1909.
 Contamos com sua presença!

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Contação de historias

Na data de 14/08/2019, os alunos do 5º Ano da  Escola de Educação  Básica Rui Barbosa- Cooperensino, juntamente com a professora  Nilsa Lima da Silva,  e os alunos do Pre I  da Escola  EMEI-Cantinho da Alegria, acompanhados pelas professoras Ana Paula Moura Parpinelli e Cleidiane Pinheiro  Cevada, participaram da contação de  historias realizada no espaço da Biblioteca Pública Municipal Érico Veríssimo, onde ouviram diversas narrativas inclusive lendas folclóricas  brasileiras,  narradas  pela professora Elena Zittlau. 
Após a exposição das historias os educandos aproveitaram para conhecer  o acervo de livros que a biblioteca dispõe, realizando leituras em livros infanto-juvenil, gibis, e livros infantis.







A equipe da  biblioteca agradece a presença de todos, e informa  que a biblioteca esta de portas abertas para atendê-los de segunda-feira a sexta-feira, das 7h30min às 11h30min e 13h30min às 17h30min. Localizada na Praça da Cultura no centro de Água Boa.

Para outras informações ligue 3468-1909.
 Contamos com sua presença!

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Contação de historias-Escola-EMI Jacy Kuhn Salamoni

Na data de 07/08/2019, a Biblioteca  Pública Municipal Érico Veríssimo recebeu a visita dos alunos da Escola-EMI Jacy Kuhn Salamoni, acompanhados pelas professoras Simone Costa Soares e Maria Jose G. de Queiroz Silva. Teve a participação da professora Elena Zittlau, que realizou narração de historias para os presentes, logo após os alunos realizaram leitura em livros, desfrutando assim  de momentos mágicos  e de ensino aprendizagens. 
A equipe da biblioteca agradece a visita de todos. 





Comunicamos que a biblioteca esta de portas abertas para atendê-los de segunda-feira a sexta-feira, das 7h30min às 11h30min e 13h30min às 17h30min. Localizada na Praça da Cultura no centro de Água Boa.

Para outras informações ligue 3468-1909.
 Contamos com sua presença!

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Parabéns a todos os soldados pelo seu dia


11 de agosto- Dia do estudante


Parabéns a todos os indígenas pelo seu dia


05 de agosto- Nascimento de Deodoro da Fonseca

Deodoro da Fonseca ficou conhecido por ter liderado a Proclamação da República e por ter sido o primeiro presidente do Brasil. O alagoano Manuel Deodoro da Fonseca é uma das personagens históricas mais importantes da História do Brasil. Nascido em 5 de agosto de 1827, Deodoro da Fonseca seguiu carreira militar no Exército Brasileiro e atingiu o maior posto na hierarquia dessa instituição, isto é, o posto de marechal. Deodoro notabilizou-se por ter sido o líder do golpe militar de 15 de novembro de 1889 que deu origem à República no Brasil e também pelo fato de ter sido ele o primeiro presidente do regime republicano.

·         Formação militar e monarquismo
Filho de militar, Deodoro da Fonseca seguiu ainda muito cedo a carreira do pai. Aos 21 anos já era cadete de primeira classe e participou de sua primeira operação militar: um sufocamento à Revolução Praieira, uma revolta de tendência liberal promovida no estado do Pernambuco, em 1848. Durante as décadas seguintes, principalmente na década de 1860, Deodoro serviu fielmente ao regime monárquico. Uma de suas maiores façanhas foi ter comandado o segundo Batalhão de Voluntários da Pátria, a partir de 1865, durante a Guerra do Paraguai.
Na década de 1870, Deodoro foi designado Coronel Comandante do Regimento Mallet no Rio Grande do Sul e, depois, brigadeiro para atuar na Fronteira de Livramento-Quaraí. Em 1885, voltou para o Rio Grande do Sul, nomeado agora Comandante das armas – tendo, um ano antes, obtido a patente de marechal de campo. Em 1886, Deodoro assumiu o posto de Presidente interino do Rio Grande do Sul, época em que se tornou um dos protagonistas da crise institucional entre os militares e o gabinete imperial, então liderado por Barão de Cotegipe.
Essa crise indispôs os líderes miliares com políticos civis até o ano da Proclamação da República. Aliás, foi a hipótese de que um dos desafetos de Deodoro, o senador Silva Jardim, assumiria a liderança do Gabinete, após Cotegipe e Ouro Preto, que levou o marechal a juntar-se aos partidários da causa republicana, mesmo sendo ele amigo pessoal do imperador D. Pedro II.
·         Revolta contra o gabinete imperial e o “15 de novembro”
Deodoro foi incitado por militares e civis republicanos a apoiar, com sua autoridade de comandante, a derrubada do gabinete imperial. Vejamos como isso ocorreu, segundo o historiador Boris Fausto:

“Em 11 de novembro de 1889, figuras civis e militares, como Rui Barbosa, Benjamin Constant, Aristide Lobo e Quintino Bocaiuva reuniram-se com o Marechal Deodoro, tratando de convencê-lo a liderar um movimento contra o regime. A participação de Deodoro era importante como figura conservadora e de prestígio no Exército. Ele resistia por ser amigo do Imperador e não gostar da presença de paisanos na conspiração. O problema lhe parecia de ordem estritamente militar. Mas uma série de boatos espalhados pelos jovens militares, falando da prisão de Deodoro, da redução dos efetivos ou mesmo da extinção do Exército, levou Deodoro a decidir-se pelo menos a derrubar Ouro Preto.”